E aí é que ta a porra toda. Foi assim que aconteceu comigo e Bob, Comigo e Junior, Comigo e Taylor. E parei. Depois que eles te arrancam um sorriso, estão planejando maleficamente como tirar sua calcinha.
Lembro bem de como foi com meus três queridos namorados. Me frustrei. Se o problema sou eu? Sim, o problema sou eu. Me entrego demais. Quando gosto, é de verdade. Faço tudo pra que a outra pessoa se sinta bem e feliz. Confesso, eu tenho lá meus momentos de estresse, como todo mundo tem. Uma vez quando namorava o Taylor, acabei quebrando o celular dele na parede. Loucura? Não! Ódio! Sempre fui uma boba romântica, sempre acreditei em lindas historias de amor, com lagrimas, sorrisos, olhos nos olhos, briguinhas por ciumes... Essas coisas. Também sempre tive meu lado mais pervertido e nesses romances que eu ainda acredito, tem que ter muita boa noite de sexo bem quente.
Sempre quis viver essas lindas historias que eu imagino e nunca vivi. Volto a dizer, o problema sou eu. Namorei o Junior quando era mais nova, não tinha maturidade para agir em algumas situações, e o idiota terminou comigo no meio da rua num bloco de carnaval. O Taylor, aquele que eu quebrei o celular? Me traia, com homens e mulheres mais precisamente. Alguma coisa meu poder de observação tinha que fazer pra me ajudar e eu acabei descobrindo essa proeza. Eu já não era mais tão menina, notava que ele por vezes era distante e frio e por vezes agia como um príncipe, o que me fazia desconfiar. Eu era louca por ele e sofri, quando resolvi acabar. Bob? Meu ultimo namorado. Já se apaixonou? Agora multiplique por 5 o sentimento. Isso mesmo. Eu era totalmente arriada por ele. Tínhamos bom dialogo, bom sexo, bom companheirismo um com o outro... Isso tudo mudou quando Bob começou a fazer o bom e velho charme. Me atendia quando queria, saia a noite sozinho e mentia, tentava me culpar por erros que eram dele e não meus, não conversava mais como antes, não olhava mais pra mim... Resultado? Outra!
Eles agiram como bons filhos da puta? Siiiiiiim! Mas ainda assim afirmo que o problema fui eu.
Quando passei a permitir que eu fosse sempre submissa, quando abri meu coração e mostrei meu sentimento sincero pra quem nem valia tanto assim, quando perdoei os chifres várias vezes pra continuar em um relacionamento sem futuro, quando me permiti ir pra cama enquanto eu fazia amor e eles me usavam. Eu fui meu próprio problema quando passei a insistir em ligar, mandar sms, whatsapp, imo, sinal de fogo e o caralho; e não obter resposta alguma. Comprei briga comigo mesma pensando não ser boa o suficiente, quando, na verdade eu deveria rever tudo isso e me amar primeiro.
Demorei pra repensar isso, e hoje, diante de tudo digo: O problema fui eu, que devia ter me amado e não me amei. Sorte que percebi isso. E agora, não tem essa de joguinho não. Ou vai ou racha. Ou quer ou não quer. Repito todos os dias pra mim como um mantra: A vida é uma só. Leve a sério essa palavra, que lida ao contrario vira nome de rei ( Davi) e remexida te faz uma DIVA!

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